domingo, 21 de dezembro de 2008

La Traviata

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Este blog é dedicado à paz e a libertação do espírito.
Você pode pegar um cavalo forte e monta-lo e cavalgar por uma floresta silenciosa com o ar puro e frio.
Pode pegar sua bicleta e andar até o topo da mais alta montaña. Conversar com os passaros e entende-los na sua revoada definitita e precisa. Ouvir o som do seu mergulho no ar denso quente. Mergulhar na agua cristalina no pequeno e vivo ribeirão. Beber da água que sai de dentro da pedra intocada pelo homem. Sentir seu espírito ser liberto do outrora infinito cárcere, sendo ofuscado pela luz que pela primeira vez chega aos seus olhos. A benevolência do prazer atinge seu ápice e deixa-se falar por seu alto escopo da razão. A raiz da planta nativa reconhece seu lugar e quando é plantada noutras terras se sente fora do seu mundo. Assim sentiria seu espirito ancestral confinado nas masmorras escuras e mofadas da sociedade , e tem mais . . .

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Surrealismo

SALVADOR DALI














Nas duas primeiras décadas do século XX, os estudos psicanalíticos de Freud e as incertezas políticas criaram um clima favorável para o desenvolvimento de uma arte que criticava a cultura européia e a frágil condição humana diante de um mundo cada vez mais complexo. Surgem movimentos estéticos que interferem de maneira fantasiosa na realidade.
O surrealismo foi por excelência a corrente artística moderna da representação do irracional e do subconsciente. Suas origens devem ser buscadas no dadaísmo e na pintura metafísica de Giorgio De Chirico. Este movimento artístico surge todas às vezes que a imaginação se manifesta livremente, sem o freio do espírito crítico, o que vale é o impulso psíquico. Os surrealistas deixam o mundo real para penetrarem no irreal, pois a emoção mais profunda do ser tem todas as possibilidades de se expressar apenas com a aproximação do fantástico, no ponto onde a razão humana perde o controle.


















































































































































































































































DUB A arte ------------->


O Dub surgiu na Jamaica no final da década de 60. Inicialmente era apenas uma forma de remix de músicas Reggae, nos quais se retirava grande parte dos vocais e se valorizava o baixo e a bateria. Muitas vezes também se incluía efeitos sonoros como tiros, sons de animais, sirenes de polícia, etc.
Hoje em dia o Dub é considerado um estilo
musical, não mais apenas uma forma de remix.



O DUB é caracterizado por ser uma versão de musicas existentes, tipicamente enfatizada pelas batidas da bateria e as linhas arrojadas de baixo. As trilhas instrumentais são saturadas de efeitos processados (delay e reverb) aplicados a pedaços da letra e em algumas peças da percussão, enquanto os outros instrumentos passeiam entrando e saindo da mixagem, e algumas vezes do tempo da música. Uma outra característica do DUB é o baixo encorpado com tons bem graves. A música incorpora, além de efeitos processados, outros ruídos como cantar de pássaros, trovões e relâmpagos, fluxo de água, e algumas inserções de vocais externos; pode ser mixada ao vivo por DJs, aumentando o grau de detalhes sonoros.



Principais Artistas
O produtor
King Tubby é considerado o pioneiro do Dub. Lee "Scratch" Perry talvez seja o nome mais famoso, enquanto o inglês Mad Professor é um dos maiores produtores atualmente. Outro nome bastante importante do Dub foi Augustus Pablo.
Mrom é o autor da versão dub de
One Love, de Bob Marley. Inclui duas versões diferentes, com modificações leves (LSD Version) e pesada (Extra Lysergic).
Listagem dos principais artistas internacionais
Asian Dub Foundation
Augustus Pablo
Dreadzone
Dubamix
Dubconscious
Dub Deluxe
Dub Is A Weapon
Dub Trio
Dub Wiser
Fat Freddy's Drop
High Tone
Katchafire
Keith Hudson
King Tubby
Jah Shaka
Gaudi
Prince/King Jammy
Mad Professor
Mikey Dread
Ott
Prince Far I
Satori
Scientist
Lee "Scratch" Perry
Salmonella Dub
Sly and Robbie
Sublime
The Drastics
Zion Train
Doctor Echo
Jeff Walls
Black Ark Crew
Canartic
Dub Division

lII Baixe Músicas raras e boas ( atualizado sempre )






http://turcoluis.blogspot.com/ ( filmes e cds de jazz e mpb psico)


O Mestre


Elomar Figueira Mello nasceu em Vitória da Conquista, a 21 de dezembro de 1937. A formação protestante foi herdada da família. Entre o sertão e a capital, estudou e, mais tarde, formou-se em Arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, no final da década de 60. Teve uma passagem rápida também pela Escola de Música dessa Universidade. Depois que gravou seu primeiro disco "...Das Barrancas do Rio Gavião", passou a investir mais na sua carreira musical, mas foi só no final dos anos 70 e início dos 80 que deu menos ênfase à arquitetura para dedicar-se à peregrinação pelos teatros do país, de palco em palco, tocando e interpretando o seu cancioneiro e trechos do que viriam a ser suas composições de formato erudito, como autos.
Casado com Adalmária de Carvalho Mello, pai de Rosa Duprado, João Ernesto e João Omar, e avô de Gabriela Mello, Elomar prefere viver o mais longe possível da urbis, ora na sua fazenda às margens do Rio Gavião, ora na Gameleira, ambas imortalizadas em suas canções. Atualmente o cantor está preparando-se para, mais uma vez, correr o país com o seu mais recente projeto: Cenas Brasileiras. Depois de ter selado o caderno do cancioneiro, como ele próprio anuncia, Elomar tem dedicado-se mais intensamente à execução de suas antífonas (cantos de louvor à Deus), galopes estradeiros (sinfonias compactas) e óperas.
Nessa nova fase, o cantor tem desenvolvido seu trabalho de uma forma diferente daquela pela qual foi projetado para o "grande público" através da mídia, depois da repercussão do trabalho "Cantoria". Apesar do veio menestrelesco, Elomar assinala que o seu trabalho não parou nas canções e que a sua meta é levar ópera para o povo. É através dialeto sertanez e da figura do catingueiro que ele canta as vicissitudes humanas, que são universais.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Entrevista com O Mestre

Elomar não esconde sua aversão aos mass media brasileiros, grandes veículos de comunicação do país que, segundo ele, são insuficientes e susceptíveis a deturpações.



A entrevista faz parte do trabalho "Música Regional e Indústria Cultural", monografia apresentada para conclusão de graduação do curso Relações Públicas na Facs (Faculdades Salvador), em dezembro de 1994, pelo estudante Fausto Mattos.
P: Como você caracteriza o seu estilo musical?
Elomar: Tem gente que acha que a minha musica é popular, tem gente que acha que é regional, outros acham que é erudita. Minha música não é popular, ela está situada entre o erudito e o regional, pois o regional, quando é puro, tende à universalização. Quando um artista faz uma arte regional, ele faz uma arte para ficar, não para agradar platéias. É quase uma necessidade, ele tem que fazer.
P: Qual o público de Elomar hoje?
Elomar: Desde peão analfabeto até o intelectual e o crítico. Meu público tem um espectro muito longo.
P: Por que sua música encontra tantas dificuldades em ser veiculada pela mídia?
Elomar: Eles acham que o Brasil, por não ser um país de 1º mundo, não tem poeta, nem escritor de ópera. Os donos de orquestra e teatros só confiam no que vem da Europa. Os europeus lançaram no mundo a idéia de que, em países pobres, do 3º mundo, é impossível surgir um bom compositor de óperas. Fizeram isso para preservar seu patrimônio cultural e ecoômico. Eles acham que ópera tem que ser cantada em alemão, francês...
P: Por que os artistas urbanos não recebem com mais facilidade o título de regionais que os urbanos?
Elomar: É um equívoco. Paulinho da Viola e Martinho da Vila são músicos regionais: temática do morro sempre, não sai dali. Mas a música regional, do universo que faço parte, é aquela que não é urbana e que traduz os sentimentos mais ligados à vida campestre: as tragédias, os romances, as dificuldades pela sobrevivência. Via de regra, o que impera é o meteorológico em si, a seca, a enchente, as retiradas.
P: O que você pensa sobre o fenômeno de venda alcançado por essas duplas que se dizem caipiras artistas que se dizem sertanejos, regionais?
Elomar: Eles nào são nada regionais, nem caipiras. É uma música de duplas urbanas, feita por pessoas urbanas, que a mídia viu que dava lucro. É um gênero modista, diferente da arte regional verdadeira, que vem de um espírito verdadeiro. O fato de da música regional estar mais para a erudição do que para o popular provoca a sua difícil assimilação para a maioria das pessoas. Então, ela não daria lucro imediato para os investidores, pois as massas, as turbas urbanas consumidoras de música fácil, nào as compraria.
P: O que aconteceria se a mídia resolvesse pesadamente na música regional?
Elomar: É uma questão para ser estudada, porque, caso os empresários resolvessem isso, seria um tempo mágico que chegasse para nós, pois ela é um elemento educador para as massas. Talvez ela se modificasse, parindo da tese que um compositor regionalista não precisa de rádio, nem de televisão, nem de gravadora para fazer a arte dele. Se algum empresário louco resolvesse investir para que a minha música se popularizasse, eu não acharia bom, não, pois primeiro as massas precisam ser educadas.
P: O que significa produção independente dentro do mercado da música?
Elomar: É interessante porque qualquer compositor pode gravar um disco e mostrar seu trabalho, mesmo a mesmo público pequeno. Tem compositores que jamais seriam convidados para gravarem por uma gravadora – tem muito compositor só de 20 canções – que passaram a ser ouvidos, no mínimo, por 1.000 pessoas. Não ficaram restritos apenas àquele ambiente familiar, fosse sua música boa ou ruim. Até as gravadoras ganharam com isso, pois, como se sabe, elas cobram caro para prensar os discos.
P: Quais as perspectivas que você vê para o futuro?
Elomar: A música regional bela, assim como a música erudita, passam por momentos difíceis. Ao meu ver, a tendência da humanidade é o embrutecimento total, vai chegar um dia em que o pensar humano vai ficar fora de moda. O futuro, com suas reservas, vai ser uma sociedade desintelectualizada. A cultura já está passando a ser uma coisa supérflua.

domingo, 20 de janeiro de 2008

IMPRESSIONISMO


CLAUDE MONET
incessante pesquisador da luz e seus efeitos, pintou vários motivos em diversas horas do dia, afim de estudar as mutações coloridas do ambiente com sua luminosidade. Obras Destacadas: Mulheres no Jardim e a Catedral de Rouen em Pleno Sol























































O Impressionismo foi um movimento artístico que revolucionou profundamente a pintura e deu início às grandes tendências da arte do século XX.